Estas mulheres arquitetam o futuro
Jovens, femininas e inovadoras. Apresentamos aqui cinco mulheres que estão transformando a Alemanha.

Fränzi Kühne: fundadora de empresa e membro do conselho administrativo
Em 2008, Fränzi Kühne, nascida em 1983, e seus colegas de trabalho Christoph Bornschein e Boontham Temaismithi fundaram a Torben, Lucie und die gelbe Gefahr (TLGG), a primeira agência de transformação digital da Alemanha. Neste meio tempo, essa agência tem 180 empregados. E Kühne é também, desde 2017, a mais jovem conselheira administrativa das empresas da Alemanha orientadas na bolsa.
Paula Schwarz: visionária econômica
Ela projetou clínicas móveis para as regiões em crise e modelos para a solução da crise de refugiados na Grécia. Agora, Paula Schwarz, nascida em 1990, fundadora do World Datanomic Forum, visa alcançar uma transformação econômica orientada no bem estar comum, que esteja voltada para os interesses dos consumidores e não para os interesses dos empresários. Esse fórum reúne ideias em prol de um mundo sustentável e socialmente justo.

Maria Exner: agente de mídia
Maria Exner, nascida em 1984, de orientação digital no futuro, vem desenvolvendo, a partir de março de 2019, projetos digitais inovadores no cargo de editora administrativa de “Zeit Online”, a plataforma on-line do semanal “Die Zeit”. Sendo jornalista e socióloga cultural, ela se ocupa sobretudo com o mundo do trabalho e a digitalização. Em 2018, ela foi eleita a “Revelação do Ano” pelo European Newspaper Congress.

Lisa Herzog: socióloga e filósofa
Lisa Herzog, nascida em 1983, é uma das mais jovens professoras catedráticas da Alemanha, tendo assumido, em 2016, a Cátedra de Filosofia Política e Teoria da nova Faculdade de Política da Technische Universität de Munique. Em 2019, ela publicou o livro “Die Rettung der Arbeit” (A salvação do trabalho), onde ela descreve como o mundo trabalhista do futuro poderia ser melhorado através da digitalização.

Minu Tizabi: pesquisadora de câncer
Com a idade de 14 anos, Minu Tizabi, alemã de ascendência iraniana, já tinha feito a conclusão ginasial “Abitur”, começando então um estudo de Medicina na universidade de Heidelberg. Com 22 anos, ela, nascida em 1922, obteve sua licença de exercício profissional, sendo a mais jovem médica da Alemanha. Agora, ela trabalha na pesquisa do câncer no Centro de Pesquisa do Câncer em Heidelberg e no Whitehead Institute de pesquisa de biomedicina. Em 2015, Tizabi encontrou-se com o círculo de detentores do Prêmio Nobel, pois fora convidada, com 700 outros talentosos jovens pesquisadores, a participar das Jornadas de Lindau dos Detentores do Prêmio Nobel

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